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<title>Artigos de periódicos</title>
<link>https://gadotti.org.br/handle/123456789/35</link>
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<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 17:16:26 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-04-19T17:16:26Z</dc:date>
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<title>Challenges of education for sustainable development</title>
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<description>Challenges of education for sustainable development
Gadotti, Moacir
I would like to state a few words in order to present myself and my organization. I am a&#13;
member of Paulo Freire Institute (PFI), a Non-Governmental Organization, located in São Paulo, Brazil, working in the field of education, ecology, and communication, understanding that education is not separable from culture, economics and politics. It a great honor to be a member of the United Nations' Reference Group of the Decade of Education for Sustainable Development.
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<title>Pedagogia do oprimido - Leitura de seus leitores e intérpretes</title>
<link>https://gadotti.org.br/handle/123456789/427</link>
<description>Pedagogia do oprimido - Leitura de seus leitores e intérpretes
Gadotti, Moacir
O livro Pedagogia do oprimido chega à sua 50ª edição. Em 2001 o Instituto Paulo Freire recebeu o fac-símile dos manuscritos deste livro cuja história começa em 1968 quando Paulo Freire os entregou a Jacques Chonchol, diretor do Instituto de Capacitación y Investigación de la Reforma Agrária (ICIRA), onde Paulo Freire trabalhava. No ano seguinte ele sairia do Chile, passando quase um ano na Universidade de Harward, nos Estados Unidos e, depois, se estabelecendo em Genebra, no Conselho Mundial de Igrejas, de onde regressou ao Brasil dez anos mais tarde, completando 16 anos de exílio. Depois que ele entregou os manuscritos a Chonchol nunca mais os viu pois não ficou com nenhuma cópia. No final de sua vida, desejando revê-los, tinha a intenção de escrever a Jacques Chonchol para obter uma cópia, mas ele faleceu logo depois, sem conseguir realizar esse sonho.
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<title>Pedagogia da Práxis</title>
<link>https://gadotti.org.br/handle/123456789/426</link>
<description>Pedagogia da Práxis
Gadotti, Moacir
Nas últimas duas décadas do Século 20 assistimos a grandes mudanças, tanto no&#13;
campo sócio-econômico e político, quanto no campo da cultura, da ciência e da&#13;
tecnologia, mas, sobretudo, no campo da ecologia. As Conferências sobre Meio&#13;
Ambiente e Desenvolvimento de Estocolmo (1972) e do Rio de Janeiro (1992) foram&#13;
dois grandes marcos dessas mudanças. Vimos ainda grandes movimentos sociais, como&#13;
os que ocorreram no leste europeu, no final dos anos 80, culminando com a queda do&#13;
muro de Berlim. Não fazemos uma idéia clara ainda do que deverá representar, para&#13;
todos nós, a globalização crescente da economia, das comunicações e da cultura.&#13;
Finalmente, as transformações tecnológicas tornaram possível o surgimento da era da&#13;
informação.&#13;
É um tempo de expectativas, de perplexidade e da crise de concepções e&#13;
paradigmas não apenas porque estamos iniciando a caminhada de um novo milênio,&#13;
época de balanço e de reflexão, época em que o imaginário parece ter um peso maior. É&#13;
um momento novo e rico de possibilidades. Por isso, colados ao nosso tempo, não&#13;
podemos falar do futuro da educação em geral e da educação ambiental, em particular,&#13;
sem certa dose de cautela. É com essa cautela que eu gostaria de examinar alguns&#13;
conceitos da teoria e da prática da educação em geral e da educação ambiental e&#13;
particular, que, seguindo a tradição filosófica, chamo de categorias apoiando-me numa&#13;
Pedagogia da práxis. A perplexidade e a crise de paradigmas não podem se constituir&#13;
num álibi para o imobilismo.
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<title>Paulo Freire, patrono da educação brasileira</title>
<link>https://gadotti.org.br/handle/123456789/424</link>
<description>Paulo Freire, patrono da educação brasileira
Gadotti, Moacir
No dia 13 de abril de 2012, por meio da pela Lei n.º 12.612, sancionada pela Presidenta Dilma Roussef, Paulo Freire tornou Patrono da Educação Brasileira. O projeto desta lei foi de autoria da Deputada Luiza Erundina que, na Prefeitura de São Paulo (1989-1992), teve Paulo Freire como Secretário Municipal de Educação. Muitos aplaudiram essa iniciativa pois, assim, o seu pensamento poderia estar ainda mais presente no ethos de toda a educação brasileira. Outros se sentiram incomodados pois não reconhecem a importância da sua obra.&#13;
Neste pequeno artigo gostaria de fazer a defesa dessa justa homenagem, lembrando um pouco da sua trajetória, começando por Angicos, no Rio Grande do Norte, onde, há 50 anos (1962-1963) ele se notabilizou, internacionalmente, por uma extraordinária experiência de educação de adultos.
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